No fim de tudo que existe (1996)
Como uma estrela se apagando
eu vou perdendo a vontade de viver
controlo as lágrimas do meu rosto
quando penso que vou te perder.
Talvez não tenha noção
do quão es importante pra mim
sou um naufrago solitário
tristemente vivendo assim.
Então me alveje com o derradeiro destino
implante em meu peito a dor
me dê a agonia merecida
noites frias sem calor.
Esqueça os belos momentos
e dê lugar as lágrimas
viva e me deixe viver os tormentos
lágrimas, lágrimas, lágrimas.
Deixe os outros decidirem
se nos amamos ou não
não quero que viva
poucos momentos de ilusão.
E se eu morrer
não chore, não se clame
simplesmente deixe ser
o amor, um infame.

Comentários
Postar um comentário